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11 janeiro 2017

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Textos para trabalhar na semana pedagógica das escolas








TEMA – Docência: o amor de forma prática.

Amor é prática. E quando se pensa no conceito de amor somos remetidos a outros tantos sentimentos que nos parecem abstratos. Podemos assim analisar a prática docente como meros reprodutores de conhecimento. Mas, como imaginarmos a relação humana sem ações concretas? Outrossim, o amor é imprescindível para nortear a prática educativa com o objetivo maior de favorecimento em todos os segmentos profissional e pessoal.
Vivenciamos na semana pedagógica momentos em que ações práticas vividas pelos grupos demonStrou que embora sejamos educados para alcançar resultados sem valorizar o processo, faz-se necessário uma autoreflexão perante o grupo para construímos a auto-estima e liberdade necessária para fazermos escolhas que nos tornem profissionais mais humanos e solidários com o grupo na qual estamos inseridos, compartilhando experiências, sejam elas positivas ou negativas.
Positivo é percebermos que somos um todo na busca dos mesmos objetivos, onde as diferenças somadas nos une para sermos melhores do que conseguimos ser, e, quando nos vemos de forma negativa é porque somos incapazes de seguir regras que nós mesmos criamos, e nos damos o direito de impôr aos outros, em especial aos nossos alunos. Somos que tipo de maestro? Que regem um grupo e esquecemos que fazemos parte dessa mesma orquestra?
Percebe-se então que não é utópico acreditar que temos habilidades e competências a serem desenvolvidas. De modo que ao final de cada encontro (reuniões, aulas e cursos) não haja vencidas e nem vencedores, mas pessoas que buscam meios para realizar o que já sabem das mais diversas maneiras.
TEMA:Semana Pedagógica: Construindo o espírito coletivo

Uma “semana pedagógica”, momento pontual de reflexão e aprimoramento dos profissionais na escola, serve como uma avaliação dos diversos momentos que desencadearam o que entendemos enquanto espaço da aprendizagem. A escola se faz com hábitos. E por que não discuti-los? Por que não aperfeiçoá-lo com o intuito de arrumarmos esta grande casa cultural e histórico que convencionamos chamar sistema escolar?
Na nossa escola não foi diferente, pois nossa semana pedagógica representou esta possível tradição de reflexão em torno das práticas educativas. Podemos olhar e conversar com pessoas que muitas vezes só cumprimentamos rapidamente com “bom dia” ou “boa tarde”.
Podemos discutir publicamente nossas opiniões e relatos de sala de aula que, muitas vezes omitimos pela ausência de momentos como este. Integração, foi uma das claras intenções da semana. Motivação também. O estímulo a sermos não meramente cumpridores de expediente trabalhista, mas educadores, transformadores de ações humanas. E por falar em ações humanas, iniciamos o ano com o curso sobre “Qualidade” afinal, esta deve estar presente sempre, pois o contexto atual exige de todos nós qualidade de vida, qualidade para o mercado de trabalho etc.
Para buscar “Qualidade” precisamos ser criativos e estar realmente motivados com o que fazemos.
Uma programação mereceu destaque: foi o “arrumando a casa”, realizado no BASA (associação do Banco da Amazônia) que proporcionou integração entre todos os membros da família docente com dinâmicas inovadoras para que se perpetue o espírito coletivo entre os membros.
A prática docente necessita de momentos de reflexão pois as mudanças do mundo globalizado ocorrem de forma frenética, atropelando-nos muitas vezes. Assim, é preciso discutir, ver outros pontos de vista, repensar a nossa prática, é preciso não deixar que o sistema nos desumanize.
Oficinas, comunicações, dinâmicas de grupo, discussões, bom humor, simpatia foram ingredientes deste cinco dias em que estávamos avaliando e sendo avaliados com o objetivo de alcançarmos a excelência na docência e a excelência como condição humana.
TEMA:Profissão Professor: Um sacerdócio de amor!

Um ato de amor! Essa é a expressão que mais se aproxima do que define a docência. Em uma sociedade com crises as mais diversas, deste a crise nas religiões até a crise da instituição-mor, que é a família. O professor carrega consigo a responsabilidade de tentar somar os prejuízos deixados nas vidas de crianças e adolescentes por estas crises.
É dado ao professor a tarefa de toda uma sociedade, a difícil tarefa de formar cidadãos, formar seres humanos com toda a suas potencialidades. O professor precisa lidar com vidas, tendo em mente que cada uma dessas vidas é especial, é uma responsabilidade em potencial ou vários.
Ao maestro é dado a tarefa de liderar, conduzir, sabendo que a música que será produzida irá modificar sobre tudo o próprio maestro.
Assim é a docência. Aquilo que o professor suscita nos seus alunos voltará certamente para ele, seja em forma de poema, de aprovações fantásticas nos estudos e na vida ou até mesmo em forma de indisciplina, que deve ser encarada como uma resposta sempre!
Fazendo um paralelo de tudo isso com a prática docente, o professor precisa conservar sempre a prática de “arrumar a casa”, arrumar suas idéias, arrumar suas expectativas, arrumar o compromisso uma vez firmado quando tomamos a decisão de abraçar o sacerdócio do magistério: o de educar para a vida.

ENSINAR EXIGE APREENSÃO DA REALIDADE
Outro saber fundamental à experiência educativa é o que diz respeito à sua natureza.. Como professor preciso me mover com clareza na minha prática. Preciso conhecer as diferentes dimensões que caracterizam a essência da prática, o que me pode tornar mais seguro no meu próprio desempenho.
O melhor ponto de partida para estas reflexões é a inconclusão do ser humano de que se tornou consciente. Como vimos, aí radica a nossa educabilidade bem como a nossa inserção num permanente movimento de busca em que curiosos e indagadores, não apenas nos damos conta das coisas mas também delas podemos ter um conhecimento cabal. A capacidade de aprender, não apenas para nos adaptar, mas sobretudo para transformar a realidade, para nela intervir, recriando-a, fala de nossa educabilidade a um nível distinto do nível do adestramento dos outros animais ou do cultivo das plantas.
A nossa capacidade de aprender, de que decorre a de ensinar, sugere ou, mais do que isso, implica a nossa habilidade de apreender a substantividade do objeto aprendido. A memorização mecânica do perfil do objeto não é aprendizado verdadeiro do objeto ou do conteúdo. Neste caso, o aprendiz funciona muito mais como paciente da transferência do objeto ou do conteúdo do que como sujeito crítico, epistemologicamente curioso, que constrói o conhecimento do objeto ou participa de sua construção. É precisamente por causa desta habilidade de apreender a substantividade do objeto de que nos é possível reconstruir um mal aprendizado, o em que o aprendiz foi puro paciente da transferência do conhecimento feita pelo educador.
Mulheres e homens, somos os únicos em que aprender é uma aventura criadora, algo por isso mesmo, muito mais rico do que meramente repetir a lição dada. Aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura ao riso e à aventura do espírito.
Creio poder afirmar, na altura destas considerações, que toda prática educativa demanda a existência de sujeitos, um que, ensinando, aprende, outro que, aprendendo, ensina, daí o seu cunho gnosiológico; a existência de objetos, conteúdos a serem ensinados e aprendidos; envolve o uso de métodos, de técnicas, de materiais; implica , em função de seu caráter diretivo, objetivo, sonhos, utopias, ideais. Daí a sua politicidade, qualidade que tem a prática educativa ser política, de não poder ser neutra.
Especificamente humana a educação é gnosiológica, é diretiva, por isso, política, é artística e moral, serve-se de meios, de técnicas, envolve frustrações, medos, desejos. Exige de mim, como professor, uma competência geral, um saber de sua natureza e saberes especiais, ligados à minha atividade docente.
*FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 24ª ed. Rio de janeiro: Paz e Terra, 2002.

28 dezembro 2016

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Como ajudar o professor na elaboração do portfólio

Um portfólio bem feito pode dizer muito sobre o desenvolvimento dos alunos. Crédito: Shutterstock




Tenho uma inquietação muito grande quando escuto que um docente tem dúvidas sobre as atividades que deve selecionar para o portfólio. Durante o bimestre, percebo que os professores anotam algumas observações das crianças ou fazem reflexões sobre a atuação delas, mas não sabem como inserir tudo isso no documento. Grande parte deles vem até mim com a dúvida: “para que serve o portfólio?”.
A resposta é que este documento é um instrumento de avaliação e funciona como uma coleção de registros, sondagens, fotos, reflexões sobre o aluno e qualquer item que revele os diferentes aspectos do crescimento e do desenvolvimento de cada criança. Além de compartilhá-lo com outros integrantes da equipe, o professor pode mostrá-los para os familiares, para que acompanhem a curva de aprendizagem de cada aluno, e para o próprio estudante, para que ele possa ter clareza do que já aprendeu e do que ainda falta.
No entanto, já percebi que muitos docentes acabam construindo uma pasta apenas com uma coletânea de atividades diagnósticas aplicadas durante o semestre, seguidas de um relatório dissertativo engessado. Ou seja, os comentários são quase iguais para todas as crianças e, no geral, pouco se fala do desenvolvimento individual de cada uma. Para piorar, noto que a maioria dos pais, na hora de fazer a leitura do documento, apresenta dúvidas sobre o que está escrito. Já as crianças, muitas vezes, não sabem o que representa aquilo.
Tenho, então, o desafio de, junto com as professoras, elaborar portfólios mais significativos, que colaborem tanto com a reflexão sobre as propostas e as intervenções que a própria docente pode fazer em relação ao processo de ensino e aprendizagem, quanto com o entendimento dos pais e alunos sobre o processo.
Minha estratégia tem sido a de pedir para as docentes selecionarem as atividades importantes que devemos manter no portfólio, como desenvolvimento da escrita, do desenho infantil, dos conhecimentos matemáticos, como relação número e quantidade, e resolução de problemas. Proponho a elas o desafio de acrescentar a isso colaborações e observações de como a criança vem se desenvolvendo. Vamos utilizar o modelo de demonstrar o que as crianças sabem.
Não há receita pronta para fazer um portfólio. Então, neste final de ano, irei me reunir com a equipe e refletir sobre a maneira mais significativa de elaborar documentos mais eficientes. Todo esse processo demandará reflexão, ação, reestruturação e novas reflexões. Só assim teremos portfólios mais bem aproveitados, que, além de guardar as produções infantis, serão instrumentos de auxílio na avaliação formativa das crianças e também dos professores.

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Como planejar uma boa semana pedagógica



Conduzir os encontros de formação de professores é uma das atividades que mais 
aparecem na rotina do coordenador pedagógico. Mas como garantir que eles de fato 
contribuam para melhorar a prática da equipe? O segredo para fazer reuniões cada 
vez mais eficientes é planejá-las com cuidado, prevendo todos os momentos - 
inclusive os de intervenção dos participantes. E a melhor maneira de fazer isso
 é elaborando uma boa pauta, que nada mais é do que um roteiro no qual devem
 constar os objetivos, os conteúdos que serão tratados, as estratégias propostas 
e os materiais necessários. 



Poucas pessoas dão importância a essa preparação. Porém formalizar em um documento
 esses itens tem vários propósitos. Primeiramente, a pauta evidencia a atuação do
 coordenador pedagógico na formação continuada docente. O arquivo desses
 registros é imprescindível na construção da memória coletiva da instituição e
 certamente vai servir de referência para os próximos formadores que ali vierem
 a atuar e também para outras escolas da rede. Dessa forma, o trabalho dos
 profissionais mais experientes vai auxiliando na formação dos iniciantes. 




Além disso, o planejamento contribui para a melhor utilização do tempo dedicado
 à formação. Imagine, por exemplo, deixar uma reunião inconclusa por haver 
conteúdos demais para o tempo previsto ou ter de interrompê-la para fazer cópias
 de um material que deverá ser consultado. Tudo isso se resolve ao detalhar o passo
 a passo do encontro. 




A pauta tem um papel ainda mais significativo. "Redigi-la é um momento de 
aprendizagem para o próprio coordenador", afirma Débora Rana, selecionadora 
do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 na categoria Gestor. As pautas elaboradas
 por Ana Iracema Scherer, coordenadora pedagógica da EMEF Presidente Nilo Peçanha, 
em Novo Hamburgo, a 42 quilômetros de Porto Alegre, não entravam em grandes detalhes 
até dois anos atrás. Ao começar a colocar no papel a descrição de cada etapa, ela passou
 a buscar mais referências teóricas, analisar o encadeamento da reunião com o objetivo
 da formação, estimar com mais precisão a duração das atividades e prever os 
passos seguintes com base nos conhecimentos que queria construir com a equipe.
 Isso contribuiu para o melhor trabalho dos docentes, como é o caso de Dóris Dettenborn,
 professora do 2º ano 




Esse processo reflexivo continua inclusive na execução da pauta, momento no
 qual são incorporados os acontecimentos e as observações que alteram o
 documento inicial. A análise comparativa da reunião prevista e da efetivamente
 realizada dá pistas sobre se as estratégias formativas foram bem exploradas e ajuda 
na preparação dos próximos encontros.

Supervisores e outros coordenadores ajudam no planejamento 



Tudo isso, é verdade, dá certo trabalho. Portanto, o apoio da rede de ensino 
é fundamental. Contar com a participação de outros coordenadores da escola ou 
da rede - e até do diretor - é uma boa maneira de trocar experiências. De qualquer
 forma, a definição do foco de cada encontro com os professores exige ter em mãos 
o projeto de formação da escola - documento que descreve as necessidades dos
 professores com base nos registros deles, nas observações de aula e na análise 
de desempenho dos alunos. 




Bom roteiro



Aqui, o propósito de cada item que compõe a pauta de formação


Objetivos 
- Refletir sobre a prática da leitura em sala de aula com base 
na análise de bons modelos.
- Planejar boas intervenções a serem feitas antes, durante 
e depois da leitura.
Conteúdos
- Leitura e planejamento da leitura pelo professor.
Materiais
- Transcrição da situação de leitura pela professora da turma do 2º ano.
- Livro O Nabo Gigante.
- Vídeo da mesma situação de leitura.
- Livro Ler e Escrever na Escola, de Délia Lerner


Identificação
Além de dar um tom oficial ao documento,
 o cabeçalho ajuda a localizá-lo em caso de consultas 
para os planejamentos futuros.



Saberes trabalhados
Deixe claras as metas de aprendizagem, relacionando-as com as estratégias que
 serão desenvolvidas ao longo da reunião.
Menos é mais
O excesso pode tornar a formação superficial. Opte por trabalhar somente um tema
 por vez, dependendo da complexidadade.



Lista útil
Definir e especificar os objetos necessários aos estudos faz com que eles 
sejam providenciados com antecedência.
Desenvolvimento
- Apresentação da pauta e dos objetivos da reunião - 5 minutos

- Ampliação do repertório cultural - 10 minutos
- Retomada da discussão sobre a leitura em sala de aula - 20 minutos:-
 Perguntar aos professores como eles têm encaminhado essa situação didática: que
 critérios usam para a escolha do livro? Eles planejam as próprias intervenções para antes, 
durante e depois da leitura?

- Coletivamente, fazer uma listagem das aprendizagens dos alunos em uma

 situação de leitura pelo professor, baseando-se nas referências teóricas do livro de Délia Lerner.
- Tematização da prática docente - situação didática de leitura 
pelo professor - 1 hora:-
 Apresentar o livro O Nabo Gigante. Realizar a leitura e entregá-lo ao grupo 
para que todos conheçam e manuseiem a obra.
- Explicar que um conto de acumulação apresenta repetição de elementos 
ao longo da história e discutir o porquê dessa nomenclatura
- Distribuir a transcrição do vídeo que será repassado em seguida.
- Pedir para que grifem, façam anotações e, em pequenos grupos, respondam
 às seguintes questões:
Quais intervenções da professora parecem ter sido planejadas especificamente
 para a leitura daquele livro? (listar aqui as respostas esperadas)
Quais condições didáticas foram garantidas nessa proposta?
O que parece que a professora fez para se preparar para a leitura?
Que procedimentos deve ter usado para planejar? Discutam os itens
 que podem ter feito parte do planejamento.

- Exibir o vídeo.
- Dividir os professores em pequenos grupos para que debatam as questões.
- Socializar as conclusões e sistematizar os pontos discutidos.
Momento cultural
Uma leitura, a apresentação de um vídeo ou uma conversa sobre uma exposição 
ou peça em cartaz são opções para iniciar a reunião.
Resgate de saberes
Ao retomar as conclusões anteriores, é possível verificar os conhecimentos 
adquiridos e marcar a continuidade do plano de formação.
Previsão das respostas
Antecipe as possíveis reações em função dos problemas didáticos enfrentados. 
Isso ajuda a pensar em outras possibilidades de abordagem.
Hora de resumir
Planeje momentos de intervenção para amarrar o conteúdo. Sistematize os
 conhecimentos com base nos registros coletivos.
- Planejamento de leitura pelo professor - 1 hora:
- Entregar os livros de contos. Solicitar aos docentes que façam a análise e
 escolham um deles para planejar a leitura que farão em sala. 

- Entregar um modelo de planejamento e combinar que essa atividade será

 iniciada nos grupos e continuará nos trabalhos coletivos. 

- Socializar o que os grupos produziram e elaborar um só planejamento com

 base na discussão dos grupos.
Olhar reflexivo
Planeje as estratégias para problematizar a prática docente. Tome como objeto
 de reflexão bons exemplos de situações didáticas.
Aulas seguintes
Dê tempo para que o grupo prepare coletivamente as aulas. Acompanhe 
o processo e dê espaço para discutir algumas decisões.
Avaliação e Comentários
Reserve um espaço para indicar se as ações foram realizadas e descrever 
situações que tenham saído do planejamento.


- Organização da sequência didática para o mês de junho - 10 minutos:
- Retomar com os professores as aulas realizadas e discutir, coletivamente, 
sobre as próximas aulas, levando em consideração o cronograma.












Modelo elaborado com base em uma pauta de formação da Secretaria Municipal de Educação de Arari

Conteúdo retirado do site: http://gestaoescolar.org.br

14 dezembro 2016

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Bexigas dos graus aumentativo e diminutivo


Bexigas dos graus aumentativo e diminutivo

Faça uma tabela em cartolina e escreva palavras em diferentes graus ( normal, aumentativo e diminutivo) e dentro das bexigas escreva os nomes das palavras do cartaz no grau oposto.
Uma criança por vez estoura uma bexiga e cola a tarjeta no espaço certo do cartaz e preenche a outra lacuna com a palavra q está faltando.
Ex. No cartaz tem a palavra CASA (grau normal), a criança estoura o balão e dentro tem a tarjeta com a palavra CASARÃO.(grau aumentativo). Então ele cola esta palavra no espaço aumentativo e escreve o nome da palavra CASA no diminutivo (CASINHA). E assim por diante, até que todo o cartaz esteja completo as palavras nas 3 fases.

Veja as fotos abaixo com a ações:


















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Créditos

As postagens publicadas no meu blog, a maioria são criadas por mim mesma. Tento elaborar atividades de acordo com os níveis dos alunos e espero que de alguma forma elas sirvam de complemento em sua prática docente. Saliento ainda, que as imagens expressas nas atividades são retiradas da URL imagens da net, portanto as que possuírem créditos, esses, serão naturalmente divulgados conforme exige a lei. E claro, na oportunidade de encontrar trabalhos especiais de colegas blogueiras, usarei, divulgarei e darei os devidos créditos .
É um prazer enorme ajudar e trocar experiências com todos.! Sintam-se Especiais no meu cantinho.